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20 de fevereiro de 2010
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18 de fevereiro de 2010Google Imagens
A admoestação para “não ter medo” é frequentemente repetida nas Escrituras. Medo é descrito como escravidão (Rm 8:15), tormento (1 Jo 4:18) e cilada (Pv 29:25). Muitas vezes a frase “não te espantes” (lit. “desesperar, entrar em pânico”) segue a recomendação para “não temer”.
As Escrituras oferecem uma longa lista de coisas com as quais os crentes não devem se preocupar: provisão (Mt 6:25), inimigos (Dt 1:21), outros deuses (2 Rs 17:35), morte (Sl 23:4), exércitos e guerras (Sl 27:3), reputação (Sl 71:24), dias maus (Sl 49:5), filhos (Sl 127:3), futuro (Sl 139:1-6), pavor repentino (Pv 3:25;26), segurança (Mt 10:28), eventos além do seu controle (Mt 8:26), saúde (2 Co 12:7-10), ansiedade (Fp 4:6;7), ameaças dos outros (1 Pe 3:14) e sofrimento (Ap 2:10).
São oferecidas também razões para não ter medo: você é criação de Deus (Is 44:2); ele luta por você (Êx 14:13); você é amada (1 Jo 4:9); ele é seu auxílio (Hb 13:6); você é mais valiosa do que os pardais (Lc 12:7). A razão mais citada é a presença de Deus – ele está com você; você tem a palavra dele a esse respeito. Mas, muitas vezes, você precisa pedir a percepção da presença dele (Is 41:10;13). Essa percepção é quase sempre induzida pela recordação da fidelidade de Deus no passado (Dt 7:18-19).
“O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis.”
Êxodo 14:14
16 de fevereiro de 2010
Halícia Alessandra 
Há quem diga que família só presta bem longe. É certo que em alguns momentos, em situações de conflitos e discórdias, a distância parece ser mesmo o melhor remédio.
Mas no fim das contas, eu acredito mesmo é que, família, quanto mais perto, melhor!
Ontem passamos uma tarde maravilhosa em um parque da cidade. Andamos de pedalinho, curtimos a natureza e nos divertimos. E para completar o dia, já anoitecendo, tomamos um banho de piscina.
Em uma dessas piscinas de lona mesmo. Só para molhar o corpo e aliviar o calor. Que maravilha!
Nada de especial ou sofisticado. Apenas a alegria de estarmos juntos.
Um dia em família.
6 de fevereiro de 2010
Google Imagens
Deus, como Dono da Vinha, é a pura expressão de Sua Graça. A parábola demonstra que Ele é justo e, ao mesmo tempo, bom. Ele tem liberdade para agir dessas duas formas, sem contradição. Quando contratou os funcionários, no começo do dia, combinou com eles um preço pelo seu trabalho, e o que prometeu, cumpriu.
O mesmo fez com os últimos contratados, que só trabalharam uma hora; mas, com esses não combinou um preço, disse que pagaria o que fosse justo. Porém, Sua generosidade, pagando a mesma quantia a todos, incomodou os primeiros, que nem se deram conta do privilégio de, desde cedo, poder garantir para si e sua família a benção do trabalho e a certeza do sustento.
O fato de ter dado aos últimos o mesmo que pagou aos primeiros não O torna injusto, mas misericordioso. Pois recompensou, de igual maneira, aqueles que, desde o princípio, tinham a segurança, e aqueles que tiveram de confiar que receberiam, sem acerto prévio de valor. De qualquer forma, não importa o quanto trabalhemos, não mereceríamos o Reino dos Céus, que é concedido e gerado em nós pela iniciativa de Deus, tanto para os primeiros como para os últimos.
Na Igreja como Corpo, todos os trabalhadores se complementam para cumprir o trabalho a tempo, mesmo que alguns trabalhem apenas uma hora, pois a meta final é uma só! Os trabalhadores da primeira hora olham para trás e só vêem o trabalho que tiveram e ficam enciumados com a atitude do Dono da vinha. Da mesma forma, muitas vezes temos dificuldade de aceitar a Graça de Deus, acreditando que somos prejudicados com as bênçãos que nossos irmãos recebem.
2 de fevereiro de 2010
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