"E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória."
I Coríntios 15:54
Hoje minha avó Odete faria 77 anos de idade. Faria se não houvesse morrido em 16 de abril deste ano.
Há seis meses atrás eu podia abraçá-la, beijá-la… podia ouvir sua voz, ver seu sorriso, sentir sua pele, seu cheiro… Hoje, não mais…
Nem por isso sua presença ficou menos presente. Pelo contrário, parece que a sua ausência acentuou a sua presença.
Não há um único dia em que eu não me lembre dela com intensa saudade. Chego até a me espantar ao perceber que eu a amava muito mais do que eu própria sabia.
Talvez seja assim mesmo. A ausência mostra o quão importante e necessária é a presença.
Por isso eu tenho aprendido a valorizar mais os momentos que posso estar com minha família.
E minha saudade é consolada em saber que "tragada foi a morte pela vitória". Minha avó não está mais aqui, mas está mais viva do que nunca!
Um dia quando se fizer chamada no céu e o Senhor chamar por Odete Lima Costa, ela vai responder: estou aqui!
Então, cada um da nossa família, também responderá: estou aqui!
Estaremos todos juntos novamente e nossa alegria não terá fim.
"Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?"
I Coríntios 15:55













